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Hoje em dia é comum relato de pessoas que sofrem com dores entre o pescoço e a cabeça. Isso se dá por conta do grande acúmulo de funções e tarefas que vêm sendo requisitados, agravando os sintomas da Cefaléia Cervicogênica.

É claro que não se refere a somente carga excessiva de trabalho, mas também a outros fatores que ajudam a mascarar esse aumento de casos, como a vida cotidiana, pressão familiar e até a explosão de doenças psicológicas, a exemplo estresse e ansiedade.

Todos esses fatores são grandes aliados para que muitas pessoas comecem a apresentar dores em locais específicos ou que acabam generalizando para outras regiões, gerando o aparecimento ou complicações da Cefaléia Cervicogênica.

Desta forma podemos dizer que a dor se multiplica, ou seja, acarretam vários pontos e não só um em específico.

Você sofre ou atende pacientes que reclamam de dores relacionadas ao pescoço, cervical e de cabeça? Fique atento às dicas a seguir e como esses desconfortos podem estar ligados diretamente à Cefaléia Cervicogênica. Continue a leitura!

O que é Cefaléia Cervicogênica?

Podemos definir uma dor de cabeça como um incômodo que se origina-se no pescoço, porém em muitos casos essa dor pode ser iniciada na cabeça.

As dores de cabeça cervicogênicas se desenvolvem em um lado da cabeça, começando na parte de trás, no pescoço e irradiando para a frente.

É um mal que acomete milhões de pessoas, incapacitando as atividades do dia a dia e impedindo a pessoa de conseguir estudar, trabalhar e praticar esportes.

A dor de cabeça crônica, como a enxaqueca, pode transformar a vida de quem sofre com essa patologia, fazendo com que o indivíduo, para se adaptar, viva em função da dor. É um dos problemas mais comuns, e segundo dados médicos, 40% das pessoas sofrem de pelo menos um desconforto agudo na região.

Claro que a dor vai variar muito de pessoa para pessoa, pois uma vez que ela é sentida, o paciente pode apresentar um grau de incômodo que varia de leve a grave.

Tipos de Cefaléias

Como se sabe, existem inúmeras maneiras de se ter a cefaléia. Isso se dá por diversos fatores, seja de forma direta ou indireta. Podemos dizer que esse tipo de desconforto afeta cerca de 15 a 20% das pessoas. 

Os principais tipos de cefaléias são:

  • Sinusites;
  • Enxaquecas;
  • Cefaléias cervicogênicas;
  • Cefaléia tensional;
  • DTM.

Cada uma dessas terá sua particularidade e, assim, fará com que cada indivíduo apresente sintomas diversificados. 

Causas da Cefaléia

As causas das cefaléias se dão por conta de problemas relacionados no pescoço e, consequentemente, afetam as vértebras principalmente na parte superior da coluna, as chamadas vértebras cervicais ou especificamente a vértebra C2 e C3.

Na maioria das vezes as causas são de origens cervicais, dentre elas:

  • Tensão;
  • Ansiedade;
  • Estresse;
  • Carga excessiva de peso;
  • Fatores emocionais.

Além de todos esses fatores, ainda podemos destacar que os músculos são os grandes responsáveis por esse desconforto. Quando eles não estão sendo executados de forma correta, ocorre um desequilíbrio muscular, ou seja, alterações em toda a estrutura.

É importante afirmar que as dores podem ser de um lado só ou de ambos. Além do mais, temos que destacar que alguns hábitos diários podem prejudicar o local afetado. Por isso é de extrema importância observar a região para que essa estrutura não sofra mais agravamentos. 

Sintomas de Cefaléias Cervicogênicas

Agora que já sabemos a importância dos cuidados com a nossa coluna e cabeça, abaixo separamos alguns sintomas pertinentes e que temos que levar em consideração. 

  • Dor cervical;
  • Dificuldade de realizar alguns movimentos;
  • Dor irradia para membros superiores como braços e mãos;
  • Rigidez articular no pescoço;
  • Dificuldade ao dormir;
  • Intolerância à claridade;
  • Náuseas e vômitos.

A dor pode ser moderada, não intensa, geralmente de natureza não pulsátil, começando no pescoço e espalhando-se para as áreas óculo frontotemporal, onde em geral é mais intensa.

Diagnóstico de Cefaléia Cervicogênica

Para ter como base primordial, é necessário fazer uma anamnese e investigar se o paciente apresenta queixa frequentes de dores de cabeça. Este sinal é crucial para saber qual direcionamento iremos abordar no tratamento da Cefaléia Cervicogênica. Um dos exames mais utilizados é a ressonância magnética. 

Dessa forma, os testes e anamnese são um norteador para estabelecer o que deve ser feito na sequência. 

Tratamento da Cefaléia Cervicogênica

Qualquer tratamento é iniciado com uma boa avaliação, ou seja, isso vai levar em conta a anamnese realizada e investigar tudo aquilo que o paciente apresentou. As queixas são fatores primordiais para um tratamento eficaz.

O ponto de partida do tratamento é buscar a raiz do problema, sem deixar de lado a individualização do seu paciente.

Os principais tratamentos para este tipo de situação são:

  • Reeducação postural global – RPG;
  • Técnicas de fisioterapia relacionadas a cabeça e pescoço;
  • Uso de termoterapia como tens, laser e ultrassom;
  • Acupuntura;
  • Uso de medicamentos;
  • Bloqueios.

Prevenção da Cefaléia Cervicogênica

A melhor prevenção é que o indivíduo adquira novos hábitos em sua rotina. Isso significa que as tarefas devem ser controladas para que não haja um esmagamento da região.

Por isso, os movimentos feitos precisam ser centrados e não de forma abrupta, para que a pressão e tração da região cervical não tripliquem. 

Conclusão

O mais importante em casos de Cefaléia Cervicogênica é acompanhar o quadro clínico do paciente e notar qualquer desconforto apresentado por ele.

Também é fundamental frisar que o uso inadequado da musculatura é fator primordial para que a dor aumente, além de causas que tendem a levar a um desequilíbrio, gerando novas alterações e aumentando os desconfortos.

Se colocar todo esse contexto em ação, poderemos ter uma melhora no quadro álgico e evitar possíveis cirurgias e transtornos.