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Você conheceu um paciente com pouca coordenação motora e que relata ter muita dificuldade de realizar exercícios físicos que exigem instabilidade corporal. As chances desse paciente ter uma propriocepção problemática são muito altas.

Mas o que afinal significa ser uma pessoa proprioceptiva e qual é a real importância disso?

Continue lendo esta matéria para conferir todos os detalhes e tirar todas as dúvidas!

O que é a propriocepção?

Uma habilidade funcional que é essencial para termos mais eficiência e segurança na hora de executar qualquer movimento, seja em aulas de Treinamento Funcional, de Pilates ou até mesmo em momentos comuns da vida diária.

É a partir dela que o corpo reage a estímulos externos que são recebidos através do Sistema Nervoso Central (SNC). Isso significa que, a partir desses estímulos, o corpo se torna capaz de programar o modo como o corpo humano irá responder a eles.

É graças à propriocepção que nós podemos ter relações no meio em que vivemos. No entanto, para que essa habilidade seja suficientemente eficiente, o Sistema Nervoso Central deve ter:

  • Ativação muscular sendo feita da forma correta;
  • Informações de todos os segmentos articulares do corpo de maneira assertiva;
  • Padrões de movimentos funcionais corretos.

Essas três características são muito importantes para a compreensão de como o corpo se movimenta e como esse movimento será feito sem pensar em cada contração muscular separadamente, mas sim que houve um padrão de movimento que passou a ser seguido, independente da região que está sendo movimentada.

Uma propriocepção aprimorada exige conhecimento desses padrões de movimento e, quanto mais eles forem conhecidos, maiores são as chances de manter o equilíbrio durante uma posição estática, por exemplo.

Qual a importância da propriocepção no corpo humano?

Os principais destaques para a sua importância são:

  • Mantém a postura ao realizar exercícios físicos;
  • Previne lesões durante a atividade física;
  • Trabalha o corpo de maneira global considerando movimentos comuns do dia a dia;
  • Mantém a estabilidade e o equilíbrio;
  • Todos os movimentos passam a ser feitos de forma subconsciente a partir dos padrões de movimento;
  • Resposta motora mais rápida ao lidar com ações imprevisíveis;
  • Devolve movimentos após lesões;
  • Previne lesões e patologias;
  • Possibilidade de estabilização sem depender de outras pessoas.

Conclusão

Ao trabalhar com padrões de movimentos funcionais com um paciente que perdeu a sua capacidade proprioceptiva, haverá uma clara melhora em sua qualidade de vida.

Quanto melhor for essa habilidade funcional, menores são os riscos de lesões e patologias, por isso, é muito importante desenvolver formas para que o paciente se movimente com segurança, independente de quando e onde.