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A espondiloartrose, também conhecida como artrose da coluna vertebral ou osteoartrose vertebral, é uma condição degenerativa que afeta as articulações da coluna. Essa condição é bastante comum, especialmente em pessoas mais velhas e pode causar sintomas variados e desconfortáveis.

A coluna vertebral é composta por uma série de vértebras que são conectadas por articulações chamadas de facetas articulares. Essas articulações são revestidas por uma cartilagem que ajuda a amortecer os impactos e permite o movimento suave da coluna. 

No entanto, ao longo do tempo, devido a fatores como o envelhecimento, desgaste excessivo, lesões, a cartilagem pode se desgastar, resultando na espondiloartrose.

Os principais sintomas da espondiloartrose incluem dor na região afetada da coluna vertebral, rigidez, dificuldade de movimentação, sensação de travamento das articulações e perda de flexibilidade. Esses sintomas podem ser mais intensos após longos períodos de inatividade ou ao acordar pela manhã.

Em casos mais avançados, a espondiloartrose pode levar à compressão de nervos adjacentes, resultando em sintomas como formigamento, fraqueza muscular e dor irradiada para os membros superiores.

Neste texto, explicaremos o que é espondiloartrose, tratamento e causas para quem ainda não tem conhecimento sobre o tema. Boa leitura!

O que é espondiloartrose?

A espondiloartrose é mais comum em pessoas mais velhas, mas também pode afetar indivíduos jovens que tiveram lesões ou traumas na coluna. 

A progressão dessa condição pode variar de pessoa para pessoa, e os sintomas podem incluir dor nas costas, rigidez matinal, dificuldade em se movimentar, sensação de queimação ou formigamento nos membros e, em casos mais graves, compressão de nervos espinhais que pode levar a fraqueza muscular e perda de sensibilidade.

Em casos mais graves ou quando a qualidade de vida é significativamente afetada, intervenções cirúrgicas podem ser consideradas para aliviar a pressão sobre os nervos ou estabilizar a coluna

O acompanhamento médico regular e a adoção de um estilo de vida saudável são essenciais para gerenciar os sintomas e retardar a progressão da doença.

Tipos de espondiloartrose

Existem diferentes tipos de espondiloartrose que acomete referente ao local da dor. Veja quais são eles:

Espondilose Lombar

Ocorre quando as articulações e os discos na região lombar da coluna vertebral sofrem degeneração. É uma condição que afeta principalmente a parte inferior das costas e pode causar dor lombar crônica, rigidez e dificuldade de movimento. 

Espondiloartrose Dorsal ou Torácica

Afeta a parte média da coluna vertebral, conhecida como região torácica. Embora seja menos comum do que a espondilose cervical e lombar, ainda pode causar dor nas costas, desconforto e rigidez. 

Espondilose Cervical

É caracterizada pelo desgaste das articulações e dos discos na região do pescoço. É uma condição comum em pessoas mais velhas e pode resultar em dor no pescoço, ombros e braços, além de sensação de formigamento, fraqueza nos membros superiores, tonturas ou zumbidos. 

Espondiloartrose Anquilosante

É uma forma específica de espondiloartrose que afeta principalmente as articulações da coluna vertebral. É uma doença inflamatória crônica que causa rigidez e dor na coluna, podendo levar à fusão das vértebras e à perda de mobilidade.

Como é feito o diagnóstico? 

O diagnóstico da espondiloartrose é geralmente feito com base nos sintomas relatados pelo paciente, exame físico e de imagem, como radiografias, ressonância magnética ou tomografia computadorizada. 

Esses exames podem ajudar a identificar o grau de desgaste das articulações e a presença de esporões ósseos, que são crescimentos anormais que se desenvolvem nas bordas das vértebras.

Tratamento da espondiloartrose

Embora não haja uma cura definitiva para a espondiloartrose, existem opções de tratamento disponíveis para aliviar os sintomas e melhorar a qualidade de vida dos pacientes. 

O tratamento geralmente envolve uma abordagem multidisciplinar, que pode incluir medicamentos para controlar a dor e a inflamação, fisioterapia para fortalecer os músculos da coluna vertebral e melhorar a flexibilidade, e terapia ocupacional para fornecer técnicas e adaptações que facilitem as atividades diárias.

Em casos mais graves em que os sintomas não melhoram com o tratamento conservador, a cirurgia pode ser considerada. 

Os procedimentos cirúrgicos podem envolver a remoção dos esporões ósseos, a fusão de vértebras adjacentes ou a substituição de discos intervertebrais danificados.

Além disso, é essencial adotar medidas de autocuidado, como manter uma postura adequada, praticar exercícios de fortalecimento da musculatura da coluna vertebral e manter um peso saudável. 

A manutenção de um estilo de vida ativo e saudável pode ajudar a prevenir o agravamento da espondiloartrose e reduzir a intensidade dos sintomas.

Conclusão

A fisioterapia desempenha um papel fundamental e indispensável no tratamento da espondiloartrose

Essa condição degenerativa da coluna vertebral pode trazer significativas limitações físicas e desconforto aos pacientes, mas a intervenção adequada do fisioterapeuta contribui de maneira significativa para melhorar a qualidade de vida e aliviar os sintomas associados.

Através de técnicas específicas, a fisioterapia busca reduzir a dor e a inflamação, melhorar a mobilidade da coluna vertebral e fortalecer os músculos que dão suporte à estrutura vertebral. 

Exercícios terapêuticos personalizados visam fortalecer os músculos das costas, do abdômen e das pernas, promovendo maior estabilidade à coluna e minimizando o impacto nas articulações afetadas.

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