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No Brasil, até o ano de 2042 o número de idosos (acima de 60 anos) deve dobrar. Esses dados são projeções do IBGE e foram divulgadas em julho de 2018.De acordo com o levantamento do instituto o país tinha 28 milhões de idosos no ano passado e em dez anos, chegará a 38,5 milhões, equivalente a 17,4% do total de habitantes. Quanto maior a população idosa, mais profissionais especializados em geriatria, como a fisioterapia gerontológica, serão necessários para a realização de cuidados dessa população especial.

A fisioterapia em gerontologia é uma das áreas da fisioterapia responsáveis pelo tratamento de idosos, sendo regulamentada pelo COFFITO (Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional) desde janeiro de 2017.

A Fisioterapia Gerontológica tem a função de oferecer mais qualidade de vida à população idosa, promovendo saúde ou implementando tratamentos que visem uma vida longeva, saudável a autônoma.

Entenda mais sobre a fisioterapia gerontológica e por que ela é tão importante, continue a leitura!

Envelhecimento

O envelhecimento é um tema tratado com preconceitos, pois a imagem da velhice que é apontada nas pesquisas é predominantemente ligada a atributos negativos, em todas as faixas etárias pesquisadas.

Por este motivo, ao trabalhar com idosos, é necessário ter clareza e respeito das dimensões do envelhecimento e o que isso representa para cada indivíduo.

A medida que os idosos envelhecem, mesmo que apresentem boa saúde e boa capacidade funcional, acabam sendo acometidos por uma série de doenças crônicas que podem gerar consequências disfuncionais.

O processo de envelhecer se refere a sintomas clínicos e inclui os efeitos do ambiente e das doenças, se diferenciando dos processos de envelhecimento que se referem às alterações universais próprias da idade.

Enquanto a senescência se diz respeito ao envelhecimento natural ou fisiológico, a senilidade é o envelhecimento que envolve doenças ou que seja considerado patológico.

O envelhecimento está associado a um declínio de funções orgânicas, das capacidades físicas que têm relação com funções psicológicas e comportamentais, também relacionados às condições socioculturais.

O processo de envelhecimento sofre interferência de características culturais e de outros fatores como condições socioeconômicas e as condições de gênero. Todas as interferências das diferenças genéticas somadas às interferências sociais, culturais e econômicas são determinantes no processo. 

Porém, existem alguns temas que são universais para o grupo social idoso, como enfrentar os problemas de saúde física, de saúde psicológica a questões relacionadas ao social (aposentadoria, família, viuvez).

No Brasil, o perfil epidemiológico dos idosos é muito diferente dos indivíduos de faixas etárias mais jovens, apresentando um maior peso as doenças crônico-degenerativas, as insuficiências cardíaca e respiratória, o AVC e o Mal de Alzheimer.

Os idosos geralmente são portadores de doenças que de forma frequente são múltiplas, somando-se aos efeitos das alterações fisiológicas próprias do envelhecimento normal e as modificações funcionais produzidas pela presença de doenças concomitantes.

As doenças crônicas representam o principal papel das incapacidades, sendo a maior razão para a demanda por serviços de saúde.

O transtorno psicológico mais comum no idoso é a depressão. Viuvez, solidão, hospitalização e a exclusão de atividades sociais podem influenciar negativamente a capacidade funcional do idoso, podendo agravar ou desencadear quadros depressivos.

Fisioterapia Gerontológica

Inicialmente é preciso entender que existem diferenças entre os termos geriatria e gerontologia.

O termo gerontologia foi utilizado pela primeira vez em 1903 por Elie Metchnicoff, sendo a união das palavras gregas gero (velho) e logia (estudo).

A gerontologia estuda o envelhecimento nos aspectos biológicos, psicológicos, sociais e outros. Os profissionais dessa área têm formação diversificada, interagindo entre si e com os geriatras. O objetivo é a descrição e a explicação do processo de envelhecimento nos seus mais variados aspectos, sendo de natureza multi e interdisciplinar. Visa a prevenção e a intervenção para garantir a melhor qualidade de vida possível dos idosos até o momento final da sua vida.

Em 1909 o médico Ignatz L. Nascher introduziu na literatura o neologismo “geriatria” para denotar o estudo clínico da velhice, por analogia à pediatria, que é o estudo clínico da infância.

A geriatria é a especialidade médica, integrada a área da gerontologia, que possui instrumental específico para atender aos objetivos da promoção da saúde, da prevenção e do tratamento de doenças, da reabilitação funcional e dos cuidados paliativos.

Agora que as diferenças entre geriatria e gerontologia foram elucidadas, fica mais fácil entender que existem também diferenças entre elas na área da fisioterapia:

Fisioterapia geriátrica – área que contempla conteúdos voltados ao processo de tratamento das doenças e aos métodos e técnicas para preveni-las, da ótica dos conhecimentos em Fisioterapia.

Fisioterapia gerontológica – área que atua na prevenção e reabilitação do idoso, com o objetivo de minimizar as consequências das alterações fisiológicas e patológicas do envelhecimento, tendo como base de conhecimento as técnicas e métodos aprendidos na Fisioterapia.

Quais os objetivos dessa técnica?

O objetivo principal da fisioterapia gerontológica é preservar a função motora do idoso, promovendo o adiamento da instalação de incapacidades decorrentes do envelhecimento e/ou reabilitar o idoso de forma funcional, dentro de suas potencialidades, heterogeneidades e especificidades.

Na fisioterapia gerontológica é importante compreender que a técnica não se baseia apenas no instrumento de reabilitação, mas também pode proporcionar ao idoso a abrangência de sua totalidade, correlacionando funções físicas, psicossociais, cognitivas e emocionais.

A fisioterapia também possui grande destaque na área preventiva, evitando ou minimizando a ocorrência de perdas fisiológicas no sistema ósseo e neuromuscular associadas ao envelhecimento e também retardando incapacidades resultantes de doenças crônico-degenerativas que são comuns no envelhecimento.

O fisioterapeuta especialista em gerontologia deve incluir, em seu tratamento, uma abordagem diferenciada ao paciente, um olhar humanizado e integral pautado pelo princípio que em sua frente há um sujeito idoso, que possui uma longa história de vida. Os idosos podem apresentar grandes variações individuais e particularidades do processo de envelhecimento.

É necessário observar alguns aspectos centrais como histórico clínico, familiar e psicológico do idoso, buscando a integração multidisciplinar e o envolvimento com a família e os cuidadores.

Benefícios para os idosos

É importante envolver os idosos em atividades que ajudem os mesmos a se sentirem melhor, se aceitarem e aceitarem os demais. Essas atividades podem melhorar a agilidade do idoso e fazê-lo sentir, valorizar e conhecer o próprio corpo.

A prática de exercício físico orientado por um profissional qualificado é de extrema importância, visto que cada idoso possui suas particularidades, sendo necessário um atendimento individualizado e personalizado.

O exercício físico ajuda a minimizar os riscos de desenvolvimento de doenças, além de agir como forma terapêutica nas já existentes.

A prática de exercício físico no idoso possui como benefícios:

  • Melhora a composição corporal;
  • Diminui dores articulares;
  • Aumenta a massa muscular;
  • Ajuda o aumento da densidade mineral óssea;
  • Reduz o peso corporal;
  • Melhora da pressão arterial em repouso;
  • Melhora a função pulmonar;
  • Melhora o equilíbrio e marcha, prevenindo quedas;
  • Melhora da utilização de glicose;
  • Melhor controle da glicemia;
  • Melhora do perfil lipídico;
  • Aumenta a capacidade aeróbia;
  • Melhora de força e de flexibilidade;
  • Diminui a resistência vascular;
  • Melhor a circulação periférica;
  • Ajuda para os benefícios psicossociais;
  • Alívio da depressão;
  • Aumento da autoconfiança;
  • Melhora da autoestima.

O exercício físico planejado e bem estruturado pode, ainda, retardar o período de tempo em que a capacidade funcional declina até o limiar crítico para a perda da independência.

Motivação e aceitação do paciente no que diz respeito às alterações do seu estilo de vida são os fatores relevantes para o sucesso da reabilitação.

O profissional precisa dominar a capacidade de se comunicar para conseguir a confiança do idosos, para assim conseguir sua cooperação durante o tratamento. 

Tipos de fisioterapia gerontológica

Respiratória

A pneumonia é a doença mais comum entre os idosos, sendo muitas vezes necessária a internação para o tratamento, com alto índice de mortalidade.

Nesses casos uma conduta de fisioterapia respiratória (hospitalar ou domiciliar) é primordial para uma melhor e mais rápida reabilitação do idoso.

As manobras de higiene brônquica, aspiração (em pacientes mais graves) e a tosse assistida são as técnicas mais utilizadas nesses casos.

A fisioterapia respiratória é indicada para todos os idosos que apresentem algum tipo de comprometimento pulmonar, seja ele agudo ou crônico.

Técnicas de reexpansão torácica, reeducação respiratória e fortalecimento da musculatura expiratória devem ser realizados para manutenção da função pulmonar.

O fisioterapeuta gerontológico que trabalha a parte respiratória vai também prescrever exercícios de alongamento e fortalecimento muscular global, junto com exercícios de condicionamento físico para melhora da função cardíaca a pulmonar, visando a melhora da funcionalidade como um todo.

Neurológica

Na fisioterapia gerontológica direcionada para idosos com disfunções neurológicas o objetivo principal é oferecer ao paciente formas de conseguir um maior grau de independência.

As patologias neurológicas mais comuns nos idosos são o AVC (Acidente Vascular Encefálico), Doença de Parkinson e Mal de Alzheimer e cada uma apresenta particularidades, fazendo com que o tratamento nesses casos seja bem diferente.

No AVC é preciso trabalhar para manter a independência funcional e qualidade de vida com as limitações que foram causadas pelas sequelas da doença, que geralmente são a hemiplegia e ou hemiparesia.

Nesses casos é importante trabalhar o fortalecimento muscular e as mobilizações articulares, para manutenção da saúde das articulações. Técnicas de diminuição da espasticidade também são indicadas para auxiliar na reabilitação.

Na Doença de Parkinson o objetivo principal é tratar os distúrbios apresentados pelo paciente, adiando possíveis complicações causadas pela progressão da doença.

No Mal de Alzheimer é preciso manter o idoso em atividade e com maior independência possível, respeitando as limitações das fases da doença e prevenindo complicações.

Ortopédica

Nos idosos são muito comuns as doenças degenerativas como as artroses, artrites e osteoporoses.

A fisioterapia gerontológica em pacientes ortopédicos tem como objetivo tratar a fase aguda da doença, controlando a dor e a inflamação e realização de exercícios para manter a força e a mobilidade como forma preventiva, para impedir a progressão da doença ou o desenvolvimento de novos sintomas.

Em pacientes com osteoporose é importante trabalhar o controle de equilíbrio para evitar as quedas e fraturas decorrentes dessas quedas.

Hidroterapia

A hidroterapia é um excelente recurso da fisioterapia, muito indicado na reabilitação e prevenção de doenças em idosos.

A água é um meio diferenciado e muito apropriado para a prática de fisioterapia em pessoas idosas, permitindo um atendimento em grupo e a facilitação da recreação, socialização e treinos de domínio da água.

A hidroterapia tem como vantagens:

  • Reduz drasticamente e peso, devido a flutuação, tornando o exercício menos doloroso;
  • Permite a capacidade de se movimentar rapidamente na água, permitindo a realização de exercícios aeróbicos como corridas e até saltos;
  • Libera endorfinas que ajuda a reduzir sensações de dor e produz sensação de bem-estar, mesmo após o final da terapia.
  • Promove relaxamento, diminuindo o estresse e prevenindo a depressão.

A hidroterapia afeta o comportamento do idoso, aumentando sua autoestima e confiança com a sensação de ausência de peso e dor, além de ser uma forma de experimentar uma atividade física diferente nunca antes experimentada, além de melhorar toda a parte física.

Preventiva

Atualmente as equipes de saúde promovem terapias para a prevenção de doenças, principalmente nos idosos.

O aumento da expectativa de vida dos idosos hoje é atribuído principalmente pela prevenção de doenças, levando um melhor controle de doenças infectocontagiosas e crônico-degenerativas.

Uma das formas de se prevenir essas doenças é através do exercício físico. A prática de exercício físico regular previne as alterações infectocontagiosas e degenerativas, além de prevenir doenças como o diabetes, AVC, hipertensão e etc.

O exercício físico também é um fator positivo na melhora da qualidade de vida dos idosos, sendo também importante para prevenção de quedas e melhora do equilíbrio.

Além de prevenir problemas físicos, os exercícios também ajudam a promover a melhora da saúde mental dos idosos.

Os programas de exercícios físicos elaborados por fisioterapeutas são individualizados para as necessidades particulares de cada paciente, respeitando seus comprometimentos e limitações funcionais.

Os exercícios de fisioterapia preventiva duram entre 50 e 55 minutos, devendo ser realizadas de duas a três vezes por semana.

Na sessão são realizados exercícios de aquecimento, fortalecimento muscular, mobilidade articular, coordenação, agilidade e equilíbrio, com o objetivo de manter o idoso ativo, com manutenção de suas habilidades funcionais e melhor qualidade de vida.

Cuidados com os pacientes de terceira idade

Ao tratar um paciente idoso consiste na “escuta”, ou seja, é preciso ouvir o que o paciente tem a dizer para entender sua história de vida e ajudá-lo. Escutar o idoso contribui para a orientação do cuidador ou do próprio paciente sobre as práticas que ele pode fazer, práticas essas que tem como objetivo melhorar a qualidade de vida.

Durante as conversas é possível ter uma ideia de quais recursos da fisioterapia podem ser utilizados, como um alongamento, fortalecimento ou exercícios respiratórios.

Durante essa prática é possível, por exemplo, observar se o paciente precisa de um tratamento psicológico ou até uma nova visita ao médico. É importante prestar atenção aos sintomas depressivos e depressão que o idoso pode vir a desenvolver, caso não apresente já esse diagnóstico. Por isso é de extrema importância ouvir tudo o que o paciente idoso tem a dizer, pois assim é possível traçar a conduta ideal e que vai atingir os objetivos propostos e oferecer uma melhor assistência de saúde como um todo.

Nesses casos o papel do fisioterapeuta é primordial, já que muitas vezes ele é o profissional que mais tem contato com o paciente, pois estabelece uma relação de confiança e criando um ambiente favorável para que durante à terapia sejam discutidos assuntos que possam auxiliar a elaborar os objetivos, metas e projetos de vida.

Outro cuidado importante durante a fisioterapia gerontológica é dizer ao paciente para qual motivo aquele exercício está indicado. Se o fisioterapeuta não explica o “por que” e o “para que” do exercício proposto, poderá ter como resposta a desmotivação e o desinteresse do paciente, deixando de estabelecer a relação entre o que ele faz na terapia e na sua vida.

É importante que o fisioterapeuta dê um sentido para essa atividade, transformando-a em uma meta a ser atingida, deixando claro que aquela terapia ajudará o idoso a ter uma melhor qualidade de vida, podendo andar sozinho nos espaços sem depender de ninguém, conseguir realizar higiene pessoal sozinho e etc.

Durante as sessões é preciso tomar cuidados especiais, já que os idosos apresentam certas fragilidades que necessitam de atenção extra.

A pele dos idosos, por exemplo, é muito sensível e se machuca com facilidade. Ao utilizar eletrodos para tratamento de eletroterapia, por exemplo, ao invés de prendê-los com fita adesiva comum, é preferível utilizar micropore pois esse tipo de adesivo não machuca a pele.

Alguns idosos que possuem diabetes podem ter sua sensibilidade alterada, então a eletroterapia pode não ser uma boa indicação, já que ele não saberá informar sobre a intensidade ideal para ele. A termoterapia nesses casos também deve ser feita com cautela, pois muitos não possuem sensibilidade ao calor e podem acabar causando queimaduras por usar os aparelhos em altas intensidades (sem que o idoso perceba que o calor está intenso).

Quando o idoso possui alterações cognitivas é necessária também uma atenção extra, pois eles podem não conseguir expressar sentimentos de dor ou de desconforto durante os exercícios. Nesses casos é importante conversar com os cuidadores e familiares para identificar a melhor forma de comunicação entre o fisioterapeuta e o paciente.

Antes e depois da terapia deve-se aferir a pressão arterial e conferir os batimentos cardíacos, sempre analisando para que ao final da sessão não haja nenhum tipo de alteração fora do considerado normal (aumento da pressão ou dos batimentos cardíacos em excesso).

Caso haja alguma alteração, é preciso encaminhar o idoso para avaliação médica.

Conclusão

Segundo o IBGE estima-se que em 2042 a população brasileira atinja 235,5 milhões, sendo que desses, 57 milhões serão idosos.

Como há uma maior expectativa para o aumento da população idosa no Brasil, é preciso considerar os novos desafios que se apresentam.

Esses desafios se dizem respeito a importância do trabalho preventivo e educacional em saúde, o controle de patologias crônicas (principalmente as que afetam a saúde física) e o incentivo a sua reinserção social, com o objetivo de afastar quadros de transtornos psicológicos.

O envelhecimento e suas sequelas físicas são muito susceptíveis às práticas de promoção e de prevenção, por isso uma conduta de exercícios físicos é primordial para a manutenção da função do idoso e para melhorar sua qualidade de vida como um todo.

A fisioterapia atua em qualquer idade, porém o idoso necessita de uma atenção maior.

 

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