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Porque devo fazer algum curso de Pilates? Entenda os motivos!

Porque devo fazer algum curso de Pilates? Entenda os motivos!
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Ter, em seu currículo, o certificado de um curso de Pilates pode ser um diferencial tremendo para você se destacar dos demais profissionais de Fisioterapia. O Pilates, aliado ao tratamento fisioterapêutico, pode trazer inúmeros benefícios para o seu paciente. Benefícios esses que vão desde o controle dos 6 princípios originais do método Pilates até a reabilitação de patologias na coluna e no quadril.

Mas, antes de mais nada, você precisa pesquisar pelo curso de Pilates ideal. Aquele que irá te oferecer todos os mecanismos necessários para se tornar um instrutor de sucesso! Separamos algumas dicas para você conseguir escolher o curso que mais se adéqua as suas necessidades! Vamos conferir?

O uso fisioterapêutico do Método Pilates

Dentro das diversas áreas da fisioterapia existem vários métodos para aplicação da cinesioterapia que contribuem para a promoção da saúde. Então, o método Pilates está cada vez mais inserido nesse acervo de recursos terapêuticos. Para se ter uma ideia, cerca de 75% dos profissionais que trabalham com Pilates atualmente.

Terapêutica é a denominação dada para qualquer tratamento que busca amenizar ou acabar com os efeitos de uma doença (física, psíquica, motora etc.). A metodologia de sistematização de exercícios físicos desenhada por Joseph Pilates foi originalmente constituída para promover a saúde física e mental.

Assim, diante dessa perspectiva, podemos afirmar que esse método tem em sua essência a terapêutica. Não apenas a terapêutica, afinal, muitos pacientes após estabilizado seu quadro de dor e retorno da função, continuam a praticar o método Pilates para manutenção da saúde e prevenção de lesões.

Pilates: progresso e constante desenvolvimento

Um curso de Pilates prossegue em contínua evolução! Os princípios originais do método vão ganhando um tom cada vez mais científico, apropriando-se de uma discussão embasada em conhecimentos neurofisiológicos e biomecânicos.

Atualmente, muitos hospitais, clínicas e centros de reabilitação estão incorporando o método Pilates como uma terapia preventiva e curativa de vanguarda. Temos visto grandes centros acadêmicos, como a Universidade Federal do Rio Grande do Sul, investindo e fomentando seus acadêmicos a cada vez mais pesquisarem a respeito do Método.

Há ainda muito a se quantificar para evidenciar de forma científica o real impacto do método Pilates sobre variados processos terapêuticos. Porém, a sua efetividade clínica vem sendo progressivamente constatada, quando aplicado de maneira precisa e ajustado à necessidade de cada paciente, pode trazer grandes benefícios terapêuticos.

O Conceito de Power House

Joseph Pilates denominou como “Power House”, ou casa de força/centro de força. É a ação conjunta de músculos que promovem a estabilidade do tronco, sustentando a coluna e os órgãos internos. É formado pelas quatro camadas do abdômen (reto abdominal, oblíquo externo, oblíquo interno e mais profundamente o transverso do abdômen), assoalho pélvico, multífidos e flexores e extensores do quadril.

Joseph Pilates acreditava que esses músculos seriam a fonte de energia de todo o nosso corpo, nosso centro e ponto de partida para todos os movimentos. Esse fato, mais recentemente, veio a ser comprovado pelo Dr. Paul Hodges e a equipe de pesquisadores australianos da Universidade de Queensland, estudiosos da estabilização da coluna vertebral.

Onde também acresceram à biomecânica dinâmica do “Power House”, o importante papel desempenhado pela contração diafragmática. Em um curso de Pilates, você vai aprender que o principal é sempre dar o foco para o posicionamento adequado e a contração do Power House.

Portanto, é importante pensar que o tronco todo deve funcionar como um estabilizador para que os movimentos distais possam ser realizados de forma a não ocorrer compensações. Esse é o foco principal e o diferencial para os outros métodos de treinamento.

Bases Fisiológicas do Método Pilates

Os benefícios da utilização do método Pilates na prevenção e tratamento das disfunções orgânicas podem ser notáveis. Logo, ao procurarmos entender o método Pilates incorporado ao conhecimento científico, podemos levantar diversos argumentos e hipóteses.

A sistematização de exercícios do método, comprovado em um curso de Pilates, propõe uma contínua ativação da musculatura estabilizadora profunda, sincronizada com exercícios das grandes cadeias musculares dinâmicas. Dentro de uma concepção fisiológica básica, é um conjunto de exercícios concêntrico-excêntricos, com exercícios isométricos estabilizadores.

Um dos grandes achados de Joseph Pilates foi idealizar exercícios em aparelhos com molas (resistência elástica), o qual obriga o músculo a contrair contra uma resistência progressiva (concêntrica) e retornar a posição inicial vencendo essa resistência em contração excêntrica (contraindo e alongando).

Dessa forma, o exercício físico beneficia um apropriado trabalho corporal, com ganho de força muscular associado a uma adequada flexibilidade.

Contrações concêntricas e isoméricas

As contrações concêntricas e isométricas seguem o princípio do tamanho, onde as unidades motoras menores, com menor capacidade de gerar força. Mas, elas são recrutadas inicialmente e, de acordo com a necessidade de aumentar a tensão muscular, unidades motoras maiores são utilizadas.

Já a contração excêntrica tem um comando motor específico e diferenciado, onde unidades motoras de alto limiar são prioritariamente selecionadas desde o início do movimento excêntrico.

Ademais, durante uma contração excêntrica, os componentes contráteis musculares armazenam energia elástica e a convertem em energia mecânica durante a contração muscular, contribuindo para a geração de tensão,proporcionando um maior torque muscular em um mesmo ângulo articular.

Isso envolve um aumento da demanda imposta sobre o músculo, com grande potencial para modificá-lo. Isso aumenta a força e área de secção transversa, de forma a otimizar sua funcionalidade em seu novo contexto de ação.

O intenso trabalho muscular ocasiona microrupturas do tecido muscular e conectivo, promovendo uma plasticidade muscular com maior ganho de força e flexibilidade. Então, ao trabalhar excentricamente, os músculos podem atuar como “absorvedores de choque”,dissipando energia,ao desacelerar os segmentos corporais.

Pilates aplicado ao tratamento fisioterapêutico

Ainda há muito para se evidenciar e discutir sobre os benefícios do método. Porém, em um curso de Pilates, fica claro que os argumentos fisiológicos incentivaram os fisioterapeutas na utilização do Método e hoje ele é usado como um recurso terapêutico em diversas áreas. Algumas delas são:

  • Nas disfunções do sistema locomotor
  • Nas disfunções do sistema nervoso
  • Nas disfunções do sistema respiratório
  • Nas disfunções do sistema circulatório
  • Nas disfunções urológicas
  • Aparato no sistema digestivo
  • Aparato na ginecologia
  • Aparato na patologia mamária
  • Aparato na pediatria
  • Aparato na geriatria
  • Aparato no esporte
  • Aparato na estética
  • Aparato na psicologia

Como escolher um Curso de Pilates?

Escolher um curso de Pilates que vai definir o restante da sua carreira é algo complicado e que deve ser muito bem pensado para não se arrepender. O que precisamos pensar? O que é mais importante em um curso de formação em Pilates?

Se você quiser uma dica de antemão, aqui vai: a Espaço Vida Pilates é a maior escola de Pilates do Brasil, formando mais de 35 mil profissionais em seus quase 10 anos de atuação no mercado. E o melhor? Ela se encaixa em todos os requisitos ideais abaixo, e muito mais!

Quer saber mais? Clique aqui!

  1. Experiência

Procure tanto por uma escola quanto por um curso que já tenha experiência comprovada.

  1. Material

A escola possui algum tipo de material ou trabalha com textos científicos? Os materiais distribuídos durante o curso servirão de consulta para você mesmo depois da conclusão do curso?

  1. Internacional

A escola que você está pesquisando te dá a possibilidade de treinar o que você aprendeu em um estágio no exterior? Esse tipo de experiência agrega, e muito, no seu currículo e na sua carreira!

  1. Número de alunos por turma

É bom ficar de olho em uma escola de Pilates que monte turmas com um número menor de alunos. Em turmas menores, com 10 a 12 alunos, as chances do professor ser mais atencioso aumentam!

  1. Depoimentos

Sempre confira o que os ex-alunos têm para falar do curso que você pretende fazer! Sempre bom ter um feedback de alguém que tenha passado pelo curso antes de você!

Conclusão

Ademais, são muitas informações a serem analisadas e muitas pesquisas para escolher a melhor opção para a sua carreira, por isso a Espaço Vida Pilates pode ser uma ótima opção pra você! Quer saber mais? Clique aqui!

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