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Entenda como o MAH pode te ajudar a ser um profissional melhor!

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Muito conhecido como o método de auxílio na conquista pela barriga negativa, o Método Abdominal Hipopressivo pode ser utilizado para reabilitação de inúmeros tipos de patologias, além de contribuir para uma melhora significativa nas funções de órgãos que fazem parte do sistema respiratório e do sistema digestório.

É de suma importância para o Fisioterapeuta conhecer este método e suas utilizações para realizar um tratamento completo e diferenciado em seu paciente pois ele auxilia na reabilitação da faixa abdominal, do diafragma e dos músculos do assoalho pélvico. Quer saber mais sobre o assunto? Então continue lendo este texto e não perca as dicas incríveis do método!

O que é o Método Abdominal Hipopressivo?

O Método Abdominal Hipopressivo, também conhecido como Ginástica Abdominal Hipopressiva (GAH), é apresentada como um método postural global e sistêmico que visa unir a técnica respiratória com manobras de contração abdominal e apneia respiratória.

Esse método foi desenvolvido pelo Professor Doutor Marcel Caufriez em meados dos anos 80, dentro do Hospital Universitário Erasme de Bruxelas. Além de professor, Marcel também é fisioterapeuta, doutor em Ciências da Motricidade e especialista em Reabilitação.

A técnica abdominal hipopressiva é uma alternativa para o fortalecimento abdominal e dos músculos do assoalho pélvicoa, alvo das pesquisas de Caufriez em relação às disfunções urogenitais, especialmente no período pós parto.

O Método Abdominal Hipopressivo busca a melhora postural, respiratória, sexual e metabólica. Esses benefícios se dão através de uma busca por estímulos somático-sensoriais que proporcionam a normalização das pressões e produzem adaptações sistêmicas, periféricas e funcionais para gerar melhor qualidade de vida.

Vai além da barriga negativa!

Vale salientar que os resultados do Método Abdominal Hipopressivo seriam otimizados se realizados de maneira preventiva. Esse conceito transita a nível sistêmico, onde todos os sistemas são alimentados pelo conjunto de células que cumprem funções específicas e, ao mesmo tempo, estão interligadas.

Essa interligação é dada pelo tecido conjuntivo, a fáscia. O Método Abdominal Hipopressivo é mais do que uma técnica para gerar a tão famosa barriga negativa, mas é também uma técnica de prevenção e reabilitação para a funcionalidade e capacidade da faixa abdominal, do diafragma e dos músculos do assoalho pélvico.

Mais especificamente, o Método Abdominal Hipopressivo é descrito como sequências cronológicas rítmicas de exercícios posturais que provocam a diminuição da Pressão Intra-Abdominal (PIA) e intra-torácica. Para tanto, sua prática engloba posturas e movimentos que visam a diminuição da pressão nas cavidades torácica, abdominal e pélvica.

Para isso, realiza-se uma série de ativação automática de neuro divergências dos músculos do períneo e da faixa abdominal que geram a normalização normalização das tensões dos músculos respiratórios, relaxamento simultâneo de grupos musculares antigravitacionais hipertónicos e estimulação do sistema neurovegetativo simpático.  

Quando utilizados exercícios com aspiração diafragmática em alunos para os quais a técnica é indicada, é possível chegar a pressões intracavitárias negativas. Apesar de ser utilizada como a identidade do Método Abdominal Hipopressivo, a aspiração diafragmática é uma entre muitas das técnicas que compõem todo o conceito hipopressivo e deve ser utilizada com cautela.

O Método Abdominal Hipopressivo pode proporcionar

A prática do Método Abdominal Hipopressivo pode trazer ao seu aluno:

  1. Diminuição da pressão intracavitária
  2. Melhor ativação da faixa abdominal e do assoalho pélvico involuntariamente. Como resultado existe uma melhor estabilidade visceral, normalizando as tensões entre o assoalho pélvico, a faixa abdominal, o diafragma torácico e as tensões musculares posteriores.
  3. Variabilidade cardíaca gerada pela noradrenalina produzida pelo sistema nervoso simpático
  4. Estímulo à produção de dopamina devido ao exercício
  5. Eutropia ou técnicas de transferência tensional, transformação de energia potencial para energia cinética, onde há desequilíbrio de tensão muscular isso se dá através das redes neuronais. Um estímulo aferente gerará um sinal primário, e esse mesmo estímulo seguirá por diferentes redes, gerando respostas eferentes para vários sistemas corporais.  

O Método Abdominal Hipopressivo pode ser utilizado para que?

As técnicas de Método Abdominal Hipopressivo provocam uma diminuição na pressão intra-abdominal e intra-torácica. Elas levam a uma série de ativação automática de neurodivergências dos músculos do períneo e da faixa abdominal.

Além disso,elas ajudam na normalização das tensões nos músculos respiratórios e realizam relaxamento simultâneo de grupos musculares antigravitacionais hipertónicos. O sistema neurovegetativo simpático também recebe estimulação com exercícios hipopressivos. Praticar a ginástica hipopressiva ajuda a fortalecer os músculos internos do abdômen e o períneo.

A compressão dos discos intervertebrais da região lombar é diminuída e o paciente apresenta um alívio nas dores na região. Ao fortalecer a musculatura do períneo o aluno também sente maior sensação de prazer na hora do sexo porque a circulação sanguínea local é ativada, aumentando a sensibilidade. Praticar esses exercícios diariamente gera, a longo prazo:

  • Circuitos neuronais auto excitadores em situação postural;
  • Ação respiratória por estimulação dos centros respiratórios do tronco cerebral (pneumotáxico e bulbar ventral);
  • Inibição dos centros respiratórios (apnêustico e bulbar dorsal);
  • Também observamos uma tonificação por via reflexa do:

Essa tonificação acontece por conta da manutenção da apneia respiratória durante a execução dos exercícios.O Método Abdominal Hipopressivo auxilia no maior controle das musculaturas abdominais e na percepção da região abdominal e de seus órgãos. Existe cada vez mais comprovação científica da implicação terapêutica positiva do MAH em diversas patologias funcionais.

Ela é especialmente eficiente naquelas patologias relacionadas à Síndrome da Deficiência Postural, como:

  • Artralgias crônicas;
  • Dorsalgias;
  • Lombalgias;
  • Cervicalgias;
  • Ciatalgias;
  • Escolioses idiopáticas;
  • Fadiga crônica;
  • Outras.

Portanto a recomendação é aplicar a hipopressiva em seus pacientes como ferramenta terapêutica e de fortalecimento da musculatura abdominal.

Quais os benefícios do Método Abdominal Hipopressivo?

O Método Abdominal Hipopressivo pode gerar inúmeros benefícios para seu paciente, benefícios que vão além do emagrecimento. Confira alguns deles abaixo:

  1. Diminuição das sequelas normais de um período pós-parto.
  2. Redução do perímetro da cintura.
  3. Melhoria postural em nível de ativação abdominal e estabilização lombar, evitando a pressão sobre a parte visceral.
  4. Ajuda a controlar problemas de incontinência e a flacidez dos órgãos (vagina, bexiga, ânus e reto).
  5. Ativação do tônus do assoalho pélvico e da faixa abdominal.
  6. Aumento da força contrátil de períneo.
  7. Melhoria da vascularização por descongestionamento pélvico e a nível linfático.
  8. Melhoria das funções sexuais e diminuição das dores menstruais.
  9. Diminuição na Pressão Intra-Abdominal e Intra-Torácica
  10. Série de Ativação Automática de Neuro Divergências dos Músculos do Períneo e Faixa Abdominal
  11. Normalização das Tensões nos Músculos Respiratórios
  12. Auxiliam o Relaxamento Simultâneo de Grupos Musculares Antigravitacionais Hipertónicos
  13. Fortalece os Músculos Internos do Abdômen e Períneo
  14. Descompressão dos Discos Intervertebrais da Região Lombar
  15. Alívio nas Dores da Região Lombar
  16. Maior Sensação de Prazer na Hora do Sexo
  17. Melhora a Circulação Sanguínea Local
  18. Tonifica o Assoalho Pélvico
  19. Melhora a Postura

Contraindicações

É importante, porém, que você fique atento à algumas características do seu paciente. Se ele possuir algumas destas que citaremos abaixo, outro método pode ser mais apropriado às condições do seu paciente. Confira as contraindicações da realização do MAH:

  1. Hipertensão: há que destacar que no caso de indivíduos com patologia cardíaca, há necessidade de supervisão por um terapeuta qualificado, para garantir um aconselhamento adequado do tipo de exercícios a desenvolver. Não realize treinamento do Método Abdominal Hipopressivo com aluno hipertensão sem expressa orientação e liberação médica.
  2. Durante a gravidez, este tipo de exercício deverá ser utilizado unicamente 3 semanas antes da data prevista para o nascimento, sob a orientação de técnicos especializados com licenciatura universitária, e até 2 a 3 dias pós-parto.
  3. No caso de diástase abdominal a realização da manobra de aspiração diafragmática não deve ser realizada. Entretanto a prática de todo o restante do Método Abdominal Hipopressivo pode ser realizado com tranquilidade.
  4. Deverá haver um cuidado extra no caso das doenças inflamatórias intestinais
  5. Não realizá-los após a alimentação.
  6. Câncer
  7. Síndrome de Crohn
  8. Febre

Cuidados

Alguns cuidados devem ser tomados antes das sessões de Método Abdominal Hipopressivo, saiba quais:

  1. Hidratar-se bem antes e após a aula, atletas de alto nível perdem em média de 1,5 litro a 3 litros durante uma aula de 45 minutos, porém trabalham em hipóxia.
  2. Devido a liberação de radicais livres orientar nossos alunos a ingerir: Vitamina B2, C, enzima Q10 e L-Carnitina 20 minutos antes da aula.
  3. Envelhecimento, por perda de colágeno e substituição de fibras a incontinência urinária deverá ser tratada por um profissional especializado em uro-ginecologia.

Pressão Intra-Abdominal e Sinergia Abdomino-Pélvico

A pressão intra-abdominal (PIA) é a pressão existente dentro da cavidade abdominal, ela surge da interação entre as paredes da cavidade e as vísceras que nela se encontram. Ela aumenta ou diminui de acordo com alguns fatores específicos, contrações musculares, etc.

A variação da PIA é um mecanismo automático, que auxilia nas seguintes funções do corpo:

  • Respiração
  • Manutenção da Postura
  • Estabilidade da Coluna e da Cintura Pélvica
  • Mobilidade Visceral
  • Retorno Venoso
  • Barreira Anti-refluxo
  • Tosse
  • Riso
  • Choro
  • Fala
  • Canto
  • Micção
  • Defecação
  • Parto
  • Vômito

Para entender melhor a ação da PIA, também precisamos compreender a ação das musculaturas do assoalho pélvico e da musculatura abdominal. Chamamos essa interação de sinergia abdomino-pélvica. Esses conjuntos musculares atuam em sincronia, na contração dos músculos abdominais em certas situações (tosse, espirro, etc) que levam a uma contração recíproca do músculo pubococcígeo.

Essa contração conjunta estabiliza e mantém o colo vesical na posição retropúbica e facilita a igualdade das pressões transmitidas da cavidade abdominal ao colo vesical e uretra proximal. Esse é um artifício utilizado pelo corpo para manter a continência urinária.

PIA e os músculos do abdômen

Os músculos abdominais e pélvicos possuem uma atividade sinérgica que possibilita o desenvolvimento de uma pressão de fechamento adequada. Ela é importante para manter a continência urinária e fecal de forma coordenada para aumentar a pressão no abdômen e fornecer suporte aos órgãos pélvicos.

Existem estudos que demonstram que a contração voluntária dos músculos do assoalho pélvico precedem a coativação dos músculos:

  • Transversos abdominal;
  • Oblíquo interno;
  • Oblíquo externo;
  • Reto abdominal.

Uma vez ativados de maneira conjunta eles ocasionam um aumento da pressão esfincteriana. Outro estudo confirma que aumentos repentinos na pressão intra-abdominal levam a uma rápida atividade reflexa dos músculos do assoalho pélvico.

Chamamos essa atividade de reflexo guardião. Reflexo este necessário para manter a continência urinária e fecal. Quando o aumento da PIA acontece por uma manobra intrínseca como a tosse, ela inclui um complexo padrão de ativação muscular. Acredita-se que a tosse e o espirro são gerados por um padrão individual dentro do tronco cerebral.

Assim, a ativação dos músculos do assoalho pélvico é, na verdade, uma co-ativação prévia e não reflexa ao aumento da pressão intra-abdominal. Quando existe uma distensão dos fusos musculares dentro das musculaturas do assoalho pélvico também pode haver uma resposta reflexa miotática adicional.

Efeitos do PIA na coluna vertebral

Existe uma tendência em indivíduos com dor crônica de possuírem uma nova organização do córtex motor, além de centros gravitacionais posteriores ou medianos quando comparados a indivíduos saudáveis. Essas modificações parecem ser resultado das duas vias de gerenciamento de tarefas posturais e respiratórias do nervo frênico, uma via curta e outra longa.

Entretanto, sabe-se que esse processo pode ser revertido por conta da grande plasticidade do sistema. Essa reprogramação pode ser atingida através de treinamentos direcionado à melhora das Atividades de Vida Diárias (AVD) através de reforço muscular, exercícios respiratórios – como o MAH -, e intervenção postural de forma bastante rápida.

Pode-se encontrar resultados positivos em apenas duas semanas seguindo o protocolo proposto por Paul Hodges. Vale salientar, porém, que se o tratamento for interrompido, as alterações e a dor proveniente do desequilíbrio do córtex motor podem retornar.

Tenha sempre em mente que é necessário passar por 3 fases quando falamos em tratamento de dor lombar. Primeiramente deve-se focar no alívio do quadro álgico, que pode ser realizado com o restabelecimento da PIA após a reeducação postural com métodos específicos dependendo da prioridade de tratamento. Como última estratégia, o treinamento específico deve ser aplicado. É bastante importante preparar o indivíduo para as AVDs.

Riscos do aumento da PIA na coluna vertebral

Outro aspecto que devemos ter sempre em mente e que os efeitos gerados pelo aumento crônico da PIA na coluna vertebral, descrito pelo próprio Paul Hodges, gera um aumento na compressão visceral.  Além disso, em situações de dor aguda lombar ou dores lombares recorrentes, o sistema musculoesquelético adota estratégias que permanecem mesmo quando não há dor.

O aumento da PIA se torna um importante mecanismo para manter a estabilidade da coluna vertebral, no entanto, torna-se um problema quando é crônico, uma vez que aumenta consideravelmente a compressão da coluna vertebral e, por consequência, gera rigidez nela.

Essa estratégia, conforme já citado, é extremamente importante para a estabilidade da coluna, desde que ela ocorra contraindo os músculos para sua estabilização. Porém os músculos responsáveis por essa estabilização devem se relaxar imediatamente após o centro gravitacional ser estabelecido.  

Indivíduos com dores lombares permanecem nessa estratégia alternativa mesmo nos períodos em que não há dor, ou seja, esse ajuste postural deve ser transitório. Essas pessoas mantêm essa ativação por conta de uma reorganização no córtex motor, associado a essa deficiência de controle postural.

A questão é que a PIA continua aumentada quando a dor lombar desaparece e os músculos ficam hiperativados. Nos pacientes com dor lombar crônica, ocorre a ativação do ajuste postural antecipatório, com aumento da PIA.

Esse ajuste, que é controlado por uma unidade central, ocorre após a realização do movimento dos membros (Ajuste Postural Antecipatório). Ou seja, quando o indivíduo com dor lombar crônica necessita dessa estabilização por intermédio do aumento da pressão intra-abdominal, ela não acontece de forma eficaz.

Conclusão

É necessário salientar que o Método Abdominal Hipopressivo vai muito além do que somente a barriga negativa. A realização contínua dele pode trazer inúmeros benefícios posturais, contribuir para o bom funcionamento dos músculos abdominais (incluindo o bom funcionamento dos órgãos que realizam a digestão), além de contribuir para uma melhora das dores lombares.

O domínio deste método pode ser um diferencial na hora do tratamento de pacientes que possuem qualquer tipo de patologia que foi descrita ao longo do texto, além de colaborar para uma melhora significativa no sistema respiratório dele.

O uso do Método Abdominal Hipopressivo é recomendado para pacientes como ferramenta terapêutica e de fortalecimento da musculatura abdominal.

 

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Written by Janaína Cintas

Janaína Cintas

Escritora, Bicampeã mundial de BMX e Fisioterapeuta Graduada pela Universidade da Cidade de São Paulo. Ex-monitora no terceiro e quarto ano da Professora e Doutora da USP, Elisabete Alves Gonçalves Ferreira. Posteriormente se aperfeiçoou em Gerontologia na Pós-graduação da Universidade Federal do Estado de São Paulo. Subsequentemente se especializou em Cadeias Fisiológicas do Método Busquet, Reeducação Postural Global (RPG) de Philippe Souchard e Pilates. Trabalhou como Fisioterapeuta no Hospital Albert Einstein, foi sócia fundadora da clínica JC Pilates por 10 anos e recentemente cursou Pilates Aéreo pela Escola Internacional de Madrid, Espanha. E integrou a equipe de Pilates Aéreo de Madrid, como professora titular durante 1 ano. Janaína é autora do Livro ” Cadeias Musculares do Tronco”, lançado em 2015 em Madrid, São Paulo, Rio de Janeiro e Belém. Atualmente ministra cursos e palestras sobre a Fisioterapia, faz parte do Grupo Voll Pilates e tem interesse de Pesquisa nos temas Saúde, Postura e Ensino.

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